Soluções

 
Soluções para atenuar as desigualdades


 Não existe uma regra para combater a desigualdade Social, para atenuar a mesma, há que conjugar uma serie de fatores para colmatar em mais e melhor desenvolvimento dentro de uma região.









                                               MUDANÇA NAS                                         

                                            POLÍTICAS     

É fundamental haver uma criação de novos planos com vista ao desenvolvimento de modo a formar na região em questão:
-Crescimento económico;     -Educação
-Pobreza;                              -Segurança e Justiça
-Educação;                            -Apoios Sociais
-Segurança e justiça;             -Emprego
-Apoios sociais;                     -Imigração
-Emprego;                             -Lazer
-Imigração;                            -Crescimento Económico
-Lazer.                                    -Pobreza



Fazendo uma hierarquização daquilo que o grupo achou mais e menos importante numa sociedade, criamos uma pirâmide para vos ajudar a compreender melhor que politicas seriam mais e menos favoráveis para estes países onde o desenvolvimento não é o melhor





Do cimo para a base, respectivamente, Politicas Publicas (Educar a sociedade para combater a discriminação, aumento das contribuições sociais), Politicas Proteccionistas (Consumo interno e Crescimento Económico), Politicas Financeiras (Impostos progressivos) e Politicas para a fixação de empresas estrangeiras, emprego e Crescimento económico diminuição do IRC, crédito dos empréstimos e aumento das bolsas de estudo no estrangeiro)




Assim, seguindo esta possível solução de combate á desigualdade supomos que seria mais facil atenuar  as disparidades destas regiões tornando-as num lugar melhor.


DINAMIZAÇÃO DO 
SETOR SECUNDÁRIO

Um dos grandes entraves ao desenvolvimento dos países em desenvolvimento passa por exportar recursos naturais muito baratos e importar produtos industrializados muito caros

Assim, é fundamental haver uma dinamização do Sector secundário de modo a que os negócios sejam mais rentabilizados e o pais ganhe mais dinheiro para a sua população

Os países subdesenvolvidos (principalmente os Africanos e Asiáticos) baseiam a sua actividade produtiva no sector primário e registam:
-Mão de obra barata e pouco qualificada
-Salários Baixos
-Baixos valores de exportação
-Aposta na Agricultura
-Pobreza
-Baixo PIB
-Rebaixamento em relação ao RdM

Assim sendo, uma das possíveis soluções para evoluir estes mercados para competir com os intitulados BRICS seria a melhoria dos negócios dos recursos naturais e efectuar na região uma industrialização.





Partindo para um nível acima no que toca ao desenvolvimento encontramos os países emergentes, normalmente intitulados de BRICS, assim sendo, podemos constatar que estes países estão maioritariamente virados para a industria e que registam, entre outras coisas:
-mão de obra barata mas, no entanto, qualificada
-Salários intermédios, com tendência para serem baixos
-Altos valores de exportações
-Aposta na industrialização
-Alguma Riqueza
-Ato valor de PIB
-Muita desigualdade Social

Assim sendo, uma das possíveis soluções para evoluir estes mercados para competir com os paises desenvolvidos e, simultâneamente, uma possivel solução para uma melhor qualidade de vida para a população seria uma mudança na politica dos paises e nas prioridades do mesmos.





Já os paises desenvolvidos apresentam um mercado virado para os serviços como também, entre outras caracteristicas:
-Mão de obra cara e qualificada
-Salários altos
-Altos valores de Importação e Exportação de Serviços
-Boa qualidade de vida
-Alto IDH, PIB e RNB
-Pouca desigualdade Social

Assim, podemos concluir que os paises desenvolvidos apresentam características invejáveis para o resto do mundo e que deviam ser um exemplo a seguir.








AUMENTO DO EMPREGO

Compete ao Estado de cada país em necessidade abdicar, temporariamente, dos impostos, créditos e de algum rendimento de modo a Formar trabalhadores como também a captar e localizar empresas

 


   Assim sendo, com mais trabalhadores e mais empresas dentro da região seria possivel:
   - Aumentar a oferta de emprego;

   - Diminuir a taxa de desemprego;

   - Garantir regalias sociais e melhores condições de trabalho;

   - Remunerar melhor os trabalhadores;





     e posteriormente assegurar um(a):
   -Melhoria da qualidade de vida e bem estar da população;

   -Crescimento Económico.
   -Região um pouco mais desenvolvida.


  ATRAÇÃO DE POPULAÇÃO E EMPRESAS

    Para algumas empresas é mais favorável fazer uma deslocação de certas partes da empresa para áreas onde:
-    Custos mais baixos
-    Maior dimensão de mercado

-    Maior proximidade ao público alvo

-    Mão de obra mais barata
-    Menor carga tributária






 

ÁFRICA DO SUL (exemplo)


±Pertence aos denominados “BRICS”

±Economicamente semelhante aos países emergentes

±Socialmente semelhante aos países subdesenvolvidos

±Aumento da Qualidade de vida da população

±Desigualdade Social elevada

±Endividamento

±31 país mais rico do mundo

±Membro do SADC

±Corrupção Ativa

±Grande recessão económica a partir de 2009

±Jacob Zuma(ANC) e Cyril Ramaphosa(ANC) foram os últimos dois presidentes, contrastando com o grande domínio do Apartheid durante o seculo 20
Através de uma visualização atenta de uma reportagem da revista EXAME sobre a evoução da sociedade e da economia sul Africana nos ultimos anos foi possivel verificar que, assim como a revista refere, este regista um "Mercado evoluido dentro de uma sociedade problemática".
Assim como outros países em desenvolvimento com grandes economias como a China ou o Brasil, a Desigualdade Social é muita e ás vezes isso é "abafado" pelos governos, sendo que, a possivel sugestão para atenuar as desigualdades deste pais em especifico seria mudar a Educação de forma a insentivar e fomentar o desenvolvimento e de modo a diminuir as desigualdades e conribuir para uma melhor qualidade de vida.
      Utilizando uma celebre figura Sul Americana...
“     A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo” 
 Nelson Mandela
POSSIVEIS SOLUÇÕES PARA COLMATAR OS DESPERDÍCIOS


 1.Economia Circular

     Pode ser apontada como uma das principais soluções para travar os desperdícios, a crescente implementação de uma economia circular nos mercados mundiais.
      Este modelo económico já foi encorajado por marcas como a Coca-Cola e a Mind the Trash e trata-se de um conceito económico cuja estratégia está assente na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia. Assim, este modelo económico vai possibilitar o consumo em circuitos fechados, eliminando o conceito de fim-de-vida dos recursos presente na economia linear.
        Em suma, a economia circular é o modelo ideal para combater o desperdício nos dias que correm, uma vez que já foi introduzido no mercado por algumas marcas que estimula a criação de emprego e gera riqueza, salvaguardando em simultâneo a gestão sustentável dos recursos que são escoados para a atividade produtiva, reduzindo assim substancialmente o desperdício de materiais que em circunstâncias normais seriam desaproveitados.




 2. Agenda 2030
             
          
          A Agenda 2030 das Nações Unidas, posta em prática pelos líderes mundiais em 2015 estabelece 17 objetivos de desenvolvimento sustentável distintos, de entre os quais quatro são muito pertinentes no contexto da tentativa de resolução da problemática causada pelos desperdícios.

          Esses objetivos são os seguintes:

          


  •      Reintegrar materiais já usados na atividade produtiva, procedendo assim a uma inovação na indústria;
  •       Estimular a sustentabilidade no interior das cidades e comunidades, através de estratégias que permitirão a atenuação dos desperdícios energéticos (apelar ao crescente uso de bicicletas, transportes públicos ou até mesmo de deslocações a pé para manter a qualidade do ar);
  •      Promover a produção e consumo responsáveis (incentivar a reciclagem de materiais como o plástico, papel, vidro e alumínio);
  •      Preservar as áreas florestais e a sua biodiversidade (evitar ações em zonas florestais que comprometam a disponibilidade de matérias-primas por parte das áreas florestais). 





  3. Países com comportamentos ecologicamente exemplares

   A) Suíça


          
            Diminuiu a sua pegada ambiental maioritariamente graças a três medidas:

  •           Redução progressiva do uso de combustíveis fósseis e nucleares;
  •      Incremento da utilização de energia geotérmica;
  •           Exigências governamentais no sentido de reduzir a poluição provocada por automóveis.

   
   B) Letónia


      Medidas implementadas no país a ter em conta:

  •         Preservação da biodiversidade através de rigorosas leis;
  •         Promoção da educação ambiental;
  •         Aposta numa agricultura sem produtos tóxicos.

     

4. Estratégia Portuguesa de Combate ao Desperdício Alimentar



P  Proposta elaborada pela Comissão Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar, 2016.
    Esta proposta encontra-se encontra-se assente em três objetivos estratégicos:

  •     Prevenção  
  •     Redução 
  •     Monitorização                                       

        Estes objetivos estratégicos encontram-se subdivididos em nove objetivos operacionais, entre os quais importa reter os seguintes:

_   -Reforçar a cooperação entre agentes económicos;
-
     -Desenvolver um sistema de medição do desperdício nas diferentes fases da cadeia comercial/produtiva;
     
     -Aumentar a sensibilização da população para reduzir o desperdício alimentar.


       Os objetivos operacionais serão alcançados através da aplicação de catorze medidas distintas, de entre as quais três merecem maior ênfase:

  •        Facilitar e estimular o regime de doação de géneros alimentícios;
  •        Criar locais específicos para venda de produtos em risco de desperdício (no limiar do prazo de validade);
  •        Desenvolver uma metodologia para o cálculo do desperdício nas diferentes fases da cadeia produtiva/comercial.

   
 5. Estratégia Europeia para Resíduos de Materiais Plásticos

        A primeira grande Estratégia Europeia sobre Plásticos foi implementada a 16 de Janeiro de 2018, pela Comissão Europeia. Este modelo está assente na adoção de uma ampla economia circular e tem em vista o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os compromissos climáticos globais e, por fim, os objetivos da política industrial da União Europeia.

       Através deste modelo para a utilização dos plásticos, pretende-se atingir as seguintes metas:


  •      Reduzir o lixo marinho;                                                                      
  •      Proteger o ambiente;
  •      Diminuir a emissão de gases com efeito de estufa;
  •      Combater a dependência europeia de combustíveis fósseis importados;
  •      Fomentar a inovação na forma como os cidadãos europeus usam produtos de plástico;
  •      Estimular a reciclagem de plásticos;
  •      Intensificar as responsabilidades ecológicas das empresas que fabricam produtos de plástico, incentivando-as a utilizar plásticos reciclados como matérias válidas na sua produção.  
  







          












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