Antes de qualquer aprofundamento acerca deste tema, achamos pertinente e essencial constatarmos os principais contrastes, entre países, através da análise de alguns indicadores estatísticos.
ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH)
![]() |
Mapa 1: Índice de desenvolvimento humano nos diferentes países do mundo, em 2017.
Consultado em Wikipedia (dia 28/10/2018) Fonte: PNUD.
|
Através da análise do mapa 1, que representa o índice de desenvolvimento humano nos vários países do mundo, em 2017, conseguimos retirar várias conclusões importantes acerca deste conceito:
- Os países que apresentam um maior desenvolvimento são: os que se localizam na América do Norte; quase todos os países da Europa (excetuando os países da Europa oriental); o Japão; a Austrália e Nova Zelândia; a Arábia Saudita; a Argentina e Chile; apresentando, todos, valores de IDH superiores a 0,82;
- Os países que apresentam um menor desenvolvimento são: quase todos os países Africanos (exceto os países do Norte desse continente e a África do Sul); o Afeganistão; apresentando valores de IDH inferiores a 0,58;
- Os restantes países, não incluídos nos países mais desenvolvidos nem nos menos desenvolvidos, apresentam valores de IDH entre os 0,67 e os 0,77, apresentando, assim, um desenvolvimento razoável.
Após referirmos todos estes aspetos, conseguimos concluir que grande parte dos países mais desenvolvidos localizam-se no Norte do globo terrestre e que grande parte dos países menos desenvolvidos localizam-se no continente Africano (apresentando, este continente, um elevado contraste de desenvolvimento relativamente aos restantes) e, consequentemente no Sul do globo.
ÍNDICE DE POBREZA MULTIDIMENSIONAL (IPM)
![]() |
Gráfico 1: Número de pessoas em situação de pobreza multidimensional, nas várias regiões do mundo, em 2018.
Fonte: http://hdr.undp.org/en/2018-MPI (Consultado a 24/10/2018)
|
De acordo com a informação disponibilizada no Gráfico 1, que representa o número de pessoas em situação de pobreza multidimensional, constatamos que:
- África Subsariana e Sul da Ásia são as regiões onde se regista um maior número de pessoas em situação de pobreza multidimensional (560 Milhões e 546 Milhões de pessoas, respetivamente);
- Seguidamente, temos o Este da Ásia e o Pacífico (118 Milhões de pessoas), os Estados Árabes (66 Milhões de pessoas) e América Latina e Caraíbas (40 Milhões de pessoas).
- Por último, temos que a Europa e Ásia Central são as regiões que apresentam um menor número de pessoas nessa situação (4 Milhões de pessoas).
Através da análise de dados estatísticos referentes ao desperdício de resíduos sólidos que é gerado nos diferentes países, poderemos posteriormente estabelecer um relação entre o nível de desenvolvimento dos países e o desperdício que neles se verifica.
TAXA DE RESÍDUOS SÓLIDOS DESPERDIÇADOS
Através da análise de dados estatísticos referentes ao desperdício de resíduos sólidos que é gerado nos diferentes países, poderemos posteriormente estabelecer um relação entre o nível de desenvolvimento dos países e o desperdício que neles se verifica.
Fonte: https://www.statista.com/statistics/916618/global-per-capita-generation-of-municipal-solid-waste-by-region/
Com a observação dos dados estatísticos que classificam as diferentes regiões do mundo por Índice de Desperdício de Resíduos Sólidos per capita (em kg/dia) em 2016, podemos inferir o seguinte:
·
A região do globo que registou o IDRS mais alto em 2016 foi a América do Norte, atingindo um valor de 2,21 kg/dia per capita;
A região do globo que registou o IDRS mais alto em 2016 foi a América do Norte, atingindo um valor de 2,21 kg/dia per capita;
· A segunda região com o maior IDRS em 2016 foi a Europa e Ásia Central, com um valor de 1,18 kg/dia per capita;
· A região seguinte na classificação de países com o IDRS mais alto em 2016 foi a América Latina e Caraíbas, com um valor de 0,99 kg/dia per capita;
· Em seguida temos o Médio Oriente e Norte de África, que alcançaram o valor de 0,81 kg/dia per capita de IDRS;
· A região que ocupou o quinto lugar na lista de regiões com o maior IDRS em 2016 é o Este da Ásia e Pacífico, com 0,56 kg/dia per capita;
· A segunda região com o menor IDRS em 2016 foi o Sul da Ásia, registando um valor de 0,52 kg/dia per capita nesse ano;
· A região que em 2016 registou o IDRS mais baixo foi a África Subsariana, com 0,46 kg/dia per capita.
per capita em 2017 (em $)
No gráfico acima apresentado estão representados os valores da esperança média de vida de 2 países completamente diferentes, o Japão e o Chade. No gráfico também está representada a média global deste mesmo indicador para comparação. Com uma simples observação do gráfico podemos constatar que no período analisado em ambos os países o valores sofreram uma evolução positiva, ou seja, podemos dizer que a sua qualidade de vida aumentou. No caso do Japão, que tem um dos mais elevados valores no que toca a esperança média de vida, passou de 67.6 anos em 1960 para 84 anos em 2016, sendo que se coloca numa posição acima da média global que registou em 2016 um valor de 72 anos. Por outro lado o Chade apresentou uma evolução positiva de 38 anos em 1960 para 52 anos em 2016.

De acordo com os dados fornecidos pelo mapa acima apresentado podemos constatar que em 2016, a maioria dos países do mundo têm um acesso à eletricidade com um valor superior a 71,97% da população do próprio país, sendo que o continente africano é o que menos acesso à eletricidade tem. Neste caso podemos observar que até alguns países em desenvolvimento conseguiram atingir esse patamar, sendo que os valores mais baixos foram registados na sua maioria nos países da África Subsariana. Agora irá ser feita uma comparação entre os valores do mesmo indicador para Portugal e Angola a partir do gráfico de linha abaixo apresentado.
- A partir desta lista de regiões que registavam o maior IDRS no ano de 2016, podemos verificar que as regiões que ocupam os lugares cimeiros desta lista são também as regiões mais desenvolvidas do globo, e que à medida que vamos percorrendo os lugares da classificação das regiões com maior IDRS até ao último lugar, constatamos que as regiões que ocupam esses lugares são cada vez menos desenvolvidos, até se chegar à África Subsariana, que ocupa o último lugar neste gráfico, e que é a região que em 2016 também registava o IDH mais baixo.
- Assim, através deste padrão que nos é fornecido por este gráfico estatístico, podemos estabelecer uma relação entre o IDRS de uma determinada região e o seu nível de desenvolvimento. A tendência geral é de que, quanto mais alto for o nível de desenvolvimento de uma região, mais alto será também o seu IDRS.
Os dados estatísticos recolhidos permitem-nos chegar à conclusão de que os níveis de desperdício de resíduos sólidos verificados à escala global apresentam valores mais elevados nos países desenvolvidos do que nos subdesenvolvidos. Este fenómeno provém dos padrões consumistas das sociedades desenvolvidas, que pelos seus intensos hábitos de consumo, apresentam uma maior propensão para criar mais desperdícios. Esta situação torna-se muito problemática para os países desenvolvidos, uma vez que vai contra a ideia de desenvolvimento sustentável, isto é, a satisfação das necessidades da sociedade atual sem inviabilizar a capacidade que as sociedades vindouras terão para satisfazer as suas necessidades.
Mapa do Rendimento Nacional Bruto
per capita em 1990 (em $)
Fonte: https://data.worldbank.org/indicator/NY.GNP.PCAP.CD?view=map&year=1990
Análise do mapa representativo do RNB per capita em 1990
Através da observação do mapa que traduz o rendimento nacional bruto dos diferentes países em 1990, podemos desde logo estabelecer um padrão claro na forma como este indicador estava distribuído nesse ano: os territórios do hemisfério norte apresentaram uma tendência para ter um RNB superior ao registado nos territórios do hemisfério sul, havendo como exceções a Austrália e a Nova Zelândia, que nesse ano registaram um RNB entre 14,51$ e 22,06$ per capita, isto é, superior ao RNB de alguns dos países do hemisfério norte. Todos os outros países do hemisfério sul obtiveram em 1990 um RNB igual ou inferior a 8,26$ per capita.
Por outro lado, procurando apontar as regiões/países que em 1990 registaram os mais altos valores no que ao RNB diz respeito, podemos mencionar a América do Norte, o Centro e Norte da Europa, Islândia, Japão, Omã e por fim a Arábia Saudita, sendo que estes últimos três países alcançaram valores excecionalmente altos no panorama dos seus respetivos continentes. Todos os territórios referidos previamente registaram valores do RNB iguais ou superiores a 14,51$ per capita, sendo que, de todos os territórios mencionados neste parágrafo, os únicos que em 1990 registaram um RNB acima dos 22,06$ per capita foram os seguintes: Estados Unidos, Arábia Saudita e Omã.
Mapa do Rendimento Nacional Bruto
per capita em 2017 (em $)
Fonte: https://data.worldbank.org/indicator/NY.GNP.PCAP.PP.CD?view=map&year=2017
Análise do mapa representativo do RNB per capita em 2017
Através da observação do mapa que traduz o rendimento nacional bruto dos diferentes países em 2017, podemos desde logo estabelecer um padrão em relação à forma como este indicador esteve distribuído nesse ano: os territórios do hemisfério norte apresentaram uma tendência para ter um RNB superior ao registado nos territórios do hemisfério sul, havendo como exceções a Austrália, Nova Zelândia e alguns países da América Latina, que nesse ano registaram um RNB entre 34,45$ e 54,77$ per capita, isto é, superior ao RNB de alguns dos países do hemisfério norte. Todos os outros países do hemisfério sul obtiveram em 2017 um RNB igual ou inferior a 21,01$ per capita.
Por outro lado, procurando apontar as regiões/países que em 2017 registaram os mais altos valores no que ao RNB diz respeito, podemos salientar a América do Norte, o Centro e Norte da Europa, Norte e Este da Ásia, Arábia Saudita e Omã. Todos os territórios referidos previamente registaram valores do RNB iguais ou superiores a 21,01$ per capita, sendo que, de todos os territórios mencionados neste parágrafo, os únicos que em 2017 registaram um RNB acima dos 54,77$ per capita foram os seguintes: Estados Unidos, Arábia Saudita, Noruega e a Irlanda. Alguns exemplos de países do hemisfério norte que estiveram quase a atingir este patamar mas que se ficaram por um RNB entre 34,45$ e 52,77$ per capita são os seguintes: Omã, Canadá, França, Alemanha, Suécia, Finlândia e Islândia.
Esperança média de vida à nascença em anos (1960-2016)
https://data.worldbank.org/indicator/SP.DYN.LE00.IN?locations=1W-JP-TD&view=chart
No gráfico acima apresentado estão representados os valores da esperança média de vida de 2 países completamente diferentes, o Japão e o Chade. No gráfico também está representada a média global deste mesmo indicador para comparação. Com uma simples observação do gráfico podemos constatar que no período analisado em ambos os países o valores sofreram uma evolução positiva, ou seja, podemos dizer que a sua qualidade de vida aumentou. No caso do Japão, que tem um dos mais elevados valores no que toca a esperança média de vida, passou de 67.6 anos em 1960 para 84 anos em 2016, sendo que se coloca numa posição acima da média global que registou em 2016 um valor de 72 anos. Por outro lado o Chade apresentou uma evolução positiva de 38 anos em 1960 para 52 anos em 2016.
Apesar desta melhoria na esperança média de vida, ainda hoje em dia o Chade situa-se muito abaixo da média global (72 anos em 2016), sendo que os seus valores são preocupantes e extremamente desiguais aos dos países desenvolvidos, que se traduzem numa das consequências da pobreza que incide em países como este. No caso do Chade, podemos considerar que estas estatísticas revelam uma grande incapacidade económica visto que os recursos são escassos para acompanhar a média global da esperança média de vida, o que se retrata um grave problema para o país visto que a saúde é uma necessidade primária.
Taxa de subnutrição (2015)
Com base nos dados analisados, é possível constatar que a subnutrição ainda prevalece nos dias de hoje (2015), sendo que afeta vários países em situação de subdesenvolvimento, na sua maioria localizados em África e no sul asiático.
Os países com os valores mais elevados registados são: O Haiti, a República da África Central, a Zâmbia, a Namíbia e a Coreia do Norte. Apesar dos valores absolutos diferirem entre os países mencionados, todos eles apresentam uma percentagem da proporção da população subnutrida igual ou superior a 35%.
Estas elevadas taxas de subnutrição registam-se nestes países subdesenvolvidos pelas seguintes razões: a incapacidade produtiva, a corrupção política e a ocorrência de desastres naturais. O contrário se verifica nos países da América do Norte e nos países europeus, onde a situação de subnutrição é praticamente inexistente, sendo que os valores não ultrapassam os 5%, o que realça o seu estatuto de países desenvolvidos.
Taxa de Mortalidade Infantil
![]() |
| Fonte:https://data.worldbank.org/indicator/SH.DYN.MORT?end=2014&locations=ET-PT&name_desc=true&start=1966&view=chart |
Com a análise deste gráfico referente à taxa de mortalidade infantil na Etiópia em Portugal entre 1966 e 2017, é possível notar que existe um grande contraste entre estes dois países.
De acordo com os dados é possível notar, na Etiópia, uma descida significativa no valor da TMI desde 1966 com o valor de 143‰ (número de óbitos de crianças com idade inferior a 1, em cada 1000 nascimentos) até 2015, com o valor de 67.5‰. Apesar de ter havido uma drástica descida na taxa, estes valores continuam a ser preocupantes, visto que comparativamente aos países desenvolvidos (como é o exemplo de Portugal que estará aqui representado) a Etiópia apresenta um grande contraste e, por isso apresenta-se como país subdesenvolvido. Por outro lado, Portugal, apresenta uma TMI extremamente baixa nas últimas décadas (década de 90 até 2015), sendo que os valores chegam a atingir 3.7‰. Apesar da TMI de Portugal ter atingido valores de 80‰ em 1966, isto deve-se à ocorrência da Guerra Colonial Portuguesa, o que provoca certamente uma diminuição nas condições de vida no país, e causa a taxas como esta a aumentar. Quanto ao caso da Etiópia, os valores apresentados sempre se deveram à sua situação de pobreza estrema devido à sua insuficiência alimentar, falta de modernização nos trabalhos e principalmente a sua dependência do setor primário como principal fonte de rendimento.
Acesso à eletricidade (% da população)
De acordo com os dados fornecidos pelo mapa acima apresentado podemos constatar que em 2016, a maioria dos países do mundo têm um acesso à eletricidade com um valor superior a 71,97% da população do próprio país, sendo que o continente africano é o que menos acesso à eletricidade tem. Neste caso podemos observar que até alguns países em desenvolvimento conseguiram atingir esse patamar, sendo que os valores mais baixos foram registados na sua maioria nos países da África Subsariana. Agora irá ser feita uma comparação entre os valores do mesmo indicador para Portugal e Angola a partir do gráfico de linha abaixo apresentado.
Como é possível observar, estes dois países apresentam realidades completamente diferentes, sendo que Portugal já desde 1990 manteve um valor de 100% da população com aceso à eletricidade até ao ano de 2016, enquanto que Angola passou de um valor de 11,4% em 1990 para 40.5%. Apesar desta drástica melhoria verificada em Angola, este país (tal como muitos outros países da África Subsariana) apresenta um enorme contraste com a média dos países desenvolvidos. Sendo a eletricidade um bem tão essencial nas sociedades de hoje, Angola demonstra um grande atraso no que toca ao desenvolvimento visto que recentemente, em 2016, cerca de 60% da população desse país ainda não tinha acesso a eletricidade. Estas diferenças aqui mencionadas justificam-se pela incapacidade económica de Angola e pela sua falta de investimento nestas áreas.
IDG
O tema das desigualdades e representações sociais é susceptível de diversas análises. De modo a analisar a desigualdade Social no mundo foi realizada a análise de diversos gráficos e indicadores.
Assim, através do coeficiente de Gini E do IDG é possivel verificar que existem muitas desigualdades no mundo que habitamos.

Segundo o gráfico acima apresentado, que demonstra a lista dos dez países melhor e pior classificados em relação à diferenciação de gêneros no mundo segundo o Jornal The Telegraph, é possivel verificar que:
-Os países nórdicos são os que apresentam uma maior igualdade de género no globo (<0.75)
-Os paises árabes e africanos representam uma grande desigualdade de género. (+-0.50)
CURIOSIDADES:
O mapa verde rubro acima representado apresenta as disparidades sociais entre os paises do globo, registadas através do Coeficiente de Gini, sendo os verdes menos desiguais e os vermelhos os mais desiguais no que toca á sociedade residente.
Assim, podemos verificar que há um grande contraste entre os 2 hemisférios, norte e sul, já que continentes como a Europa, a América do Norte e grande parte da Ásia estão pintados a tons de verde compreendidos entre 25 e 40 enquanto que regiôes como a América Central e do Sul, África e China apresentam uma cor avermelhada com valores entre os 50 e os 100 que remetem para uma grande desigualdade Social.
IDG
O tema das desigualdades e representações sociais é susceptível de diversas análises. De modo a analisar a desigualdade Social no mundo foi realizada a análise de diversos gráficos e indicadores.
Assim, através do coeficiente de Gini E do IDG é possivel verificar que existem muitas desigualdades no mundo que habitamos.

Segundo o gráfico acima apresentado, que demonstra a lista dos dez países melhor e pior classificados em relação à diferenciação de gêneros no mundo segundo o Jornal The Telegraph, é possivel verificar que:
-Os países nórdicos são os que apresentam uma maior igualdade de género no globo (<0.75)
-Os paises árabes e africanos representam uma grande desigualdade de género. (+-0.50)
CURIOSIDADES:
Na Islândia:
-82,6% das mulheres em idade economicamente ativa trabalham e respondem por 45,5% da força de trabalho
-Há uma das taxas de fertilidade mais altas da Europa, com 2,1 filhos por mulher.
COEFICIENTE DE GINI
O coeficiente de Gini é um instrumento estatístico utilizado para medir a desigualdade de uma distribuição mensurando a diferença entre rendimentos dos que têm mais e os que têm menos

-82,6% das mulheres em idade economicamente ativa trabalham e respondem por 45,5% da força de trabalho
-Há uma das taxas de fertilidade mais altas da Europa, com 2,1 filhos por mulher.
COEFICIENTE DE GINI
O coeficiente de Gini é um instrumento estatístico utilizado para medir a desigualdade de uma distribuição mensurando a diferença entre rendimentos dos que têm mais e os que têm menos

O mapa verde rubro acima representado apresenta as disparidades sociais entre os paises do globo, registadas através do Coeficiente de Gini, sendo os verdes menos desiguais e os vermelhos os mais desiguais no que toca á sociedade residente.
Assim, podemos verificar que há um grande contraste entre os 2 hemisférios, norte e sul, já que continentes como a Europa, a América do Norte e grande parte da Ásia estão pintados a tons de verde compreendidos entre 25 e 40 enquanto que regiôes como a América Central e do Sul, África e China apresentam uma cor avermelhada com valores entre os 50 e os 100 que remetem para uma grande desigualdade Social.







Sem comentários:
Enviar um comentário